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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Duas Potências #1 - Razão x Emoção


Olá gente...essa é mais uma das minhas postagens épicas, com conteúdo altamente filosófico e complexo. Portanto, já fica avisado de antemão que a leitura pode se tornar um pouco cansativa...
Nessa postagem, venho abordar uma idéia que ainda está em construção e, caso não entre em contradição ou algo do gênero, pode vir a se tornar uma teoria.
Então...mãos à obra, vamos lá...

Nesses últimos dias, andei conversando com minha mãe - que é filósofa - sobre Nietzsche e uns outros filósofos, sobre seus pontos de vista sobre o ser humano e comparando com a visão psicológica sobre este...

...sim, faço faculdade de psicologia, mas evito ao extremo o uso de "psicologismos". Ainda mais quando posto algo aqui. Como eu já disse no tópico de apresentação, as visões aqui expostas são inteiramente minhas e sem base científica alguma para que sejam consideradas pesquisa ou palavras de um cientista. Talvez, um pensador...

...e comentamos um ponto muito interessante, que é o "do que move o ser humano", o que o leva a fazer escolhas, a direcionar sua vida. Não nos prolongamos nesse assunto, que rapidamente fluiu para outras direções, mas anotei em um pequeno rascunho que gostaria de discorrer a respeito disso mais tarde. E o faço aqui e agora.

Pelo que tenho observado, como já fizeram diversos filósofos e outros estudiosos, o ser humano pode ser descrito como movido, basicamente por duas potências arrebatadoras contidas em seu interior: a emoção e a razão. Sempre que pende para um dos extremos, o sujeito pode cometer milagres ou atrocidades.

Por exemplo, uma pessoa que se joga na frente de um trem ou ônibus para salvar uma criança que tenha tropeçado em seu caminho está sendo movida totalmente pela emoção e por seu lado instintivo. Se ela se utilizasse da razão, jamais arriscaria sua vida para salvar outra. Por outro lado, quando alguém se mantém imóvel ao perceber que uma aranha ou cobra extremamente venenosa anda em seu corpo, até que possa retirá-la de forma segura, está se utilizando muito sensatamente da razão. Se o sujeito se deixar levar por seu lado emocional em momentos como esse e se desesperar, o animal pode sentir sua inquietude a dar-lhe um bote desnecessário, estando o animal possivelmente com mais medo do que o próprio sujeito.
É impossível que uma pessoa se deixe governar total e plenamente por apenas uma das duas potências, afinal, em algum momento de nossas vidas devemos nos dedicar emocionalmente ou racionalmente a alguma atividade, situação, atitude, escolha ou o que quer que seja ao menos uma vez.

Quando alguém se deixa levar a maior parte do tempo pela emoção, tende a viver mais intensamente. Suas alegrias são euforias e suas tristezas são desgraças. Extremamente instáveis, cativáveis e até suscetíveis à má-fé de outras pessoas, se deixam direcionar levadas por uma espécie de instinto, que não se importa com consequências desde que se sinta à vontade com o sentimento que aquela atitude ou escolha gera.
Quando alguém escolhe ver o mundo por um olhar mais racional, não se apega a situações dramáticas ou que podem iludir abalando a emoção. Em compensação, constantemente se sentem vazias e não vêem razão para viver diante dessa angústia súbita.

Há vários momentos em que essas duas potências entram em conflito diante de situações críticas, extremamente delicadas e com possíveis resultados impactantes. Situações essas que resultam nos supracitados milagres ou catástrofes.
Em situações como essas, devemos optar por deixar-nos levar pelo impulso emocional, que muitas vezes pode ser arriscado - até autodestrutivo -, ou pela razão, que frequentemente traz amargos preços a se pagar quando não é a melhor escolha.

Mas para que uma dessas potências assuma o controle e se manifeste através de nós, é necessária uma terceira potência; potência essa que não age, mas apenas intermedia o embate titânico das outras duas: o juízo.

É através do juízo, aquele famoso que nossas mães nos cobram sempre que estamos para sair de casa ou diante de uma situação delicada, que avaliamos se é melhor que a emoção ou a razão disponham sua aura sobre uma ou outra...todas nossas ações. E, igualmente, através do juízo podemos (teoricamente) chegar ao ideal final: o equilíbrio.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Luxo...


Gente...eu tenho adiado, adiado, adiado essa postagem (juntamente com umas outras que devo postar muito em breve...)........mas chega uma hora em que bate aquele sentimento que é hora de fazer algo a respeito.

Eu ando pelas ruas de minha cidade...uma cidade-dormitório/universitária...pacata até...sem muitas opções de lazer ou cultura...até aí, tolerável.
Mas...cada vez mais, tenho visto despontando no meio da "massa", do "gado humano" um sujeito ou outro que não condiz com a realidade do ambiente. De destaca no meio de uma multidão de pessoas simples um ou outro usando correntes de ouro ou prata no pescoço, anéis e relógios caríssimos, pares de tênis que custam mais que um celular novo e celulares que custam quase o preço de um computador novo...prefiro não mencionar os computador que um sujeito desse deve possuir. Desde sempre eu tinha uma enorme curiosidade sobre o "valor do ouro"...eu achava outros metais tão mais bonitos, ou úteis...até que um dia perguntei a um professor de química que raios tinha o tal ouro...e ele me contou que é um metal extremamente valioso por ser bastante maleável, bom conduor de calor, de eletricidade e possuir umas outras propriedades físico-químicas formidáveis. E nessa hora pensei: "Se é um metal tão importante, porque o disperdiçam transformando em pequenas peças sendo usadas como simples adornos por meia dúzia de pessoas que não vão aproveitar suas propriedades devidamente???"

Tudo bem que, quando alguém "se mata" de trabalhar pra conquistar uma vida mais confortável, até damos um desconto no começo...afinal, no começo tudo é empolgação. Experimentar usar e possuir coisas que nunca se imaginou acessíveis antes faz parte da natureza curiosa do ser humano...
...o grande problema está em quando isso sobe à cabeça e essas coisas passam a ter valor.

Eu exerço autonomamente a profissão de professor particular quando conveniente e certa vez fui lecionar para um aluno que morava em um condomínio de luxo isolado no meu município. A sensação que tive quando lá dentro é quase indescritível. Foi uma mistura de repulsa com vergonha e indignação, mais outros sentimentos afins que não convém descrever nesse momento.
Enquanto a maioria das pessoas que ali entra se admira ao vislumbrar o asfalto lisinho, com a pintura perfeita, lagos artificiais, mansões, serviço exemplar de guarda e sinalização...eu senti.......nojo. Acho que essa é a melhor palavra de que posso me utilizar nesse momento pra sintetizar o que senti...nojo.
Eu penso em situações como as catástrofes de enchentes que têm acontecido, por exemplo, inclusive em minha cidade...milhares de pessoas desabrigadas, passando fome, dor, sede, sono, doentes...e logo em seguida penso nos poucos que conheci que habitam lugares como esse. Eles são tão vazios...os valores deles são tão ególatras e superficiais...
Eu poderia apostar que há moradores daquele lugar que contribuíram com o serviço humanitário voluntário prestado às vitimas da miséria...mas de lá onde estão. De longe. Mandando algumas quantias em dinheiro, comprando algumas cestas básicas e enviando às áreas atingidas.

Você pode dizer: "Mas eles estão tomando alguma atitude, pelo menos! Há aqueles que nem isso fazem!". Mas é aí que eu entro com minha revolta fundamentada: "Eles poderiam fazer muito mais! Nós, pessoas de camadas econômicas inferiores às deles, com os poucos recursos de que dispomos, fazemos isso. Eles que podem muito mais fazem a mesma coisa...digo, no mesmo grau, mesma quantidade...às vezes até menos??? E eles estão certos??? Eles se abrigam em lugares isolados com seus carros que custaram seis dígitos, com o melhor do conforto e facilidades, acreditando que estão "se protegendo" do mundo aqui fora...e está tudo bem?".

Fico imaginando como os filhos desses caras vão sobreviver quando catástrofes maiores atingirem nossa região e dinheiro não puder fazer muita coisa na situação emergencial.
É triste dizer...mas um garoto criado na favela, aprendendo a correr em meio a tiroteio pra chegar com o leite em casa está muito melhor preparado para as adversidades da vida do que um garoto nascido "em berço de ouro" que estala os dedos e o leite chega de helicóptero.

Não estou dizendo que eles devem abandonar seu conforto, muitas vezes conquistado a duras custas, pra se juntar à miséria daqueles que nada tem e igualmente nada fazem para ter.
Mas, justamente por saberem que estão em melhor condição, deviam ter a consciência de auxiliar na promoção de recursos que permitam "àqueles que estão abaixo" maiores possibilidades de evolução, conscientização e estruturação...
Tudo bem que nem todos que estão em condições miseráveis estão dispostos a estudar, trabalhar, se desenvolver....enfim, lutar pra sair dessa condição...mas há os que pagariam qualquer que fosse o preço para ter essa oportunidade...e é neles que penso quando vejo esse tipo de situação. Vejo garotos nascidos em favelas tornando-se instrumentistas de orquestra, atores, diplomatas...e veja de onde eles saíram! Só chegaram lá porque alguém apostou neles...e acertou.

Aos abastados, que se dizem cultos, inteligentes e superiores em diversas condições...fica a expressão de minha indignação com atitudes tão estúpidas e simplistas, que só colaborarão para a generalização da catástrofe...porque, se eles pensam que a desgraça não entra pelas portas do condomínio, eles esquecem que eles não podem passar o resto de suas vidas lá dentro...ou seus filhos...netos...e assim por diante...

A hora chega...isso é fato. E é inevitável. ;)

Insegurança...


A postagem de hoje é uma homenagem pra uma uma amiga recente, mas que me lembra muito do que já vivi e sofri devido a esse grande mal que acomete mais gente do que se imagina...a insegurança.

Pode ser que essa postagem fique um pouco parecida com Medo..., mas o propósito e o intento são diferentes.

Não me lembro de quantas oportunidades fantásticas e únicas perdi por não acreditar que era capaz, que merecia, que deveria...mas sei que foram muitas. Muitas mesmo.
Causas ganhas...garotas certas, vagas ainda mais certas, seja em escolas ou empresas...oportunidades de conhecer pessoas, lugares, realidades, valores, enfim...de experimentar e evoluir...

...mas é como se uma repulsa irracional pelo incerto nos dominasse e nos paralizasse no exato momento em que tentassemos nos manifestar...fazer algo a respeito.
O problema é que, se você ficar parado, "o bonde passa e você fica"...rs. E pode ter a certeza de que alguém que decidiu se mexer vai sentar no seu assento (ou aquele que era pra ser o seu...).

Como resolver isso?

Fechando os olhos e pulando. Um pássaro novo nunca vai ter certeza de que já é capaz de voar se não pular da árvore. E vai continuar o resto de sua existência defninhando no ninho...com fome, sede, medo do mundo...e nunca vai conhecer o céu imenso e profundo...presente esse que lhe foi dado por quem lhe criou com asas.
O preço que ele tem que pagar por esse presente é só um: arriscar. Pular. Voar.

Nem sempre você vai alcançar o que busca...nem sempre estará pronto para receber, possuir, chegar ao destino...mas você só descobre tentando.

A angústia que te toma por insegurança é irracional. Você não é. E só depende de você fazer ou deixar de fazer o que tem que ser feito. E não se esqueça...se você não fizer por você, ninguém fará...se não por sí próprio...

Fica essa postagem com um ar bem diferente do que costumo usar. Até porque, essa não é uma postagem como as outras, existente pela mesma razão das outras...

Naah...vai atrás do que é seu, mulher! ;)

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cara nova #2 - Universo


Oi gente...mudando o visu de novo...
O incêndio era muito forte, cansava a vista rápido...
...então optei por um tema mais afável...mais confortavel ao olhar...=)

Esses dias andei vendo umas imagens da Terra, de outros planetas, galáxias, sóis...tudo tão incrível, tão magnânimo...nos faz refletir sobre o quanto tudo é tão pequeno, tão miserável e ao mesmo tempo tão incrível...

...nos faz dar valor ao pequeno...já que ele não só pode, como muda o grande!
E...........é isso aí.....rsrsrs

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Liberdade...


Venho hoje escrever isso, caros leitores, por estar um tanto confuso e incomodado...a ambiguidade das leis morais humanas me atordoa e desnorteia...e isso me deixa absolutamente inconformado.

Nesse texto em especial, gostaria que vocês dessem o máximo de si numa reflexão muito importante: como funciona a liberdade?

Quero dizer...nós é dito que somos livres para fazer muitas coisas (Não tudo! Mas muitas coisas...) - o tal "livre-arbítrio" - mas...será que realmente somos? E por que não somos livres para fazer tudo?

A liberdade é inerente e imprescindível ao ser humano. Tanto que, como forma de puní-lo quando transgride alguma lei, é logo retirado da convivência social e recluso em algum lugar onde tem o mínimo de contato com outras pessoas - geralmente, o único contato social que tem nos cárceres é com outros transgressores da ordem pública e com seus mantenedores carcereiros. Com alguma sorte, podem ser visitados, dentro de algumas condições, por alguns entes familiares. E vou além quando esse denominado "criminoso" decide transgredir a ordem própria do cárcere onde se encontra e recebe a punição tida como a mais severa (depois da pena de morte): a solitária.
Para quem ainda não conhece, a solitária é uma cela de pouco mais de um metro quadrado, selada por fora, sem luz ou qualquer outro recurso que proporcione um mínimo de condição "saudavel" para o indivíduo que nela é aprisionado. Ele continua recebendo suas refeições diárias, quando tem sorte. Costuma ficar lá por uma semana...às vezes duas...depende da gravidade de sua infração.

Agora diga-me, caro leitor...você consegue se imaginar trancado sozinho dentro de um minúsculo quarto escuro, por tempo determinado pela vontade de outro (que "tem liberdade" - dentro de certos limites - de determinar esse tempo), sem qualquer possibilidade de reação ou manifestação? Entende agora porque tirar a liberdade de um ser humano pode ser a punição mais cruel - ouso afirmar que até mais cruel que a morte, a qual poderia libertá-lo do sofrimento do mundo material - ?

Ok...voltemos ao ponto que quero expor aqui. Vivemos numa sociedade - que nada mais é que um grupo de seres que convive se ajudando e se submetendo a determinadas regras para que haja ordem e progresso (isso é familiar? ;D) - e, se quisermos continuar a ter acesso aos frutos produzidos e aos benefícios concedidos por ela, devemos seguir fielmente essas regras...sem questioná-las, geralmente.

O Brasil tem em seu passado uma época de ditadura, na qual a liberdade de expressão era crime de estado e passível de punição por torturas e, certamente, aprisionamento. Hoje em dia existe a liberdade de imprensa e de expressão...mas...quem se aventura a criticar abertamente um político ou um policial frente a frente, cara a cara, sem medo de punição?
Se temos essa preconizada liberdade, porque não podemos sair correndo nus pelas ruas, cantando e falando o que nos é conveniente, "doa a quem doer"?

Por uma simples razão: a manutenção da ordem. Se todos sairem fazendo o que querem, quando querem e como querem, tudo torna-se caos e estupros, mortes e outros atos hediondos passariam a ser naturalmente direitos. Nada demoraria para entrarmos em extinção pois, em algum momento, sobraria apenas um de nós. E ele estaria absolutamente sozinho...fator esse que, como a falta de liberdade, leva qualquer ser humano à insanidade mental.

Mas solidão é uma tema que será apresentado em breve. ;)

Então...sinta-se livre para comentar (......................................mas se não comentaaar...! ò_ó)
(Brincadeirinha ;P)

Até a próxima!

Cara Nova #1 - Incêndio Florestal


Seguinte galera...resolvi dar uma inovada na cara do blog...
Mudanças são sempre bem vindas, afinal, não se tem evolução quando se interrompe o fluxo...;)

Então, de tempos em tempos vou dar uma repaginada na aparência do blog, para que o fluxo se mantenha ininterrupto, trazendo sempre novidades para mim, você(s) e todos aqueles que estão relacionados de alguma forma ao conteúdo postado.

Resta-nos apreciar os novos visuais. ;D
Até breve!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Novo...


Olá, caro leitor!

Inicio esse ano e essa postagem com meus mais sinceros votos de felicidade, prosperidade e realizações...acompanhados, é claro, de muita reflexão e evolução pessoal! ;D
Bem..."ano novo, tudo novo"...é o que diz o ditado, pelo menos...rs

Para quem me acompanha, sabe que eu já escrevi um tópico sobre "Medo" logo que o blog surgiu...mas não venho nesse post trazer esse assunto à tona novamente...apenas...aproveitá-lo.

O ser humano tem, por natureza, medo de tudo o que é novo, inesperado, imprevisto ou semelhante. De fato, considerando que algo que nem temos idéia de que se trata está para acontecer e, assim, influenciar diversos fatores de nossas vidas...não tem como não recear!
Mas há casos em que esse "medo do desconhecido" foge ao natural e passa a ser paranóico. Isso é facilmente observável em pessoas de idade mais avançada - os idosos, velhos, antigos, anciões ou como quiser chamá-los - que viveram grande parte de sua vida de acordo com certos padrões, hábitos e convicções e, quando mal percebem, tudo aquilo pelo que passaram já não resolve ou funciona.

Por um lado, deve ser um sentimento desesperador esse de notar que tudo ao seu redor está diferente e que tudo o que você soube um dia já não serve pra nada. Com os avanços tecnológicos (um dos meus próximos temas ;P) ocorrendo mais intensa e velozmente a cada dia, muitas das tradições antigas passam a ser obsoletas por serem demasiadamente rústicas, trabalhosas ou "caras" - por mais que, na maioria dos casos, funcionem efetivamente - e são frequentemente substituídas por soluções que são frutos recentes de pesquisas constantes, que acabam sempre sendo modificadas devido a novas descobertas e adaptações. Assim, grande parte dos membros dessas gerações experientes se sentem ameaçados pela inundação de novidades frequentes e não sabem como lidar com a necessidade de absorver tantas informações com a velocidade da vida moderna.

Mas, se escolhermos ficar estagnados nas capacidades tecnológicas das quais dispomos hoje, no que isso poderia resultar?

Graças aos avanços tecnológicos, foram descobertas formas de produção de produtos muito mais viáveis quanto a tempo e custo, maneiras de conservar produtos orgânicos, curas para epidemias e doenças graves até então incuráveis, meios de comunicação em tempo real com pessoas de lugares do planeta aos quais se demorava dias, semanas para chegar, seja por carta, viagem ou outro meio. Mas...e se decidíssimos parar exatamente agora?! O que seria de tudo daqui para frente.

E nesse ano que chega? O que nos aguarda? O que descobriremos? O que aprenderemos? O que inventaremos e o que adaptaremos, melhoraremos, reinventaremos? O que passaremos a entender...ver com novos olhos?

O antigo não deve perder seu valor, de fato. Até hoje aprendemos muito com nossas experiências e, como já revelam certas pesquisas, com as de outras pessoas. Mas, por outro lado, nos apegarmos firme e irresolutamente ao que já se foi não nos levará a lugar algum que não a onde já chegamos. Igualmente, não devemos nos desgarrar de tudo o que já foi aprendido e desenvolvido até agora e nos lançarmos de peitos e braços abertos ao desconhecido, irresponsavelmente.

O ideal é, como sempre, buscarmos o equilíbrio...aproveitar o que já foi vivido para prevenir ou melhorar o que está por vir.

Um bom 2011 para você, caro leitor - cheio de novidades, de preferência! ;D